segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Em carne viva, novamente...
Novamente tudo exposto, tudo jogado ao alto. Pontas de facas que rasgam a pele já fragilizada. A vontade de gritar ao mais alto som, mas somente abafar, o não poder chorar, engolir o choro e se cuidar pra não entalar com a dor.
Gigante de vidro, sozinho, cansado, magoado...
Cai, levanta, cai, levanta, cai, fica.
Olhar tudo em volta e nada completar-me, a noite em minha cama, ajoelhado até doer meus joelhos pedindo a Deus que toda essa dor um dia acabe. Pedindo um conforto, um não ser quem sou, me ensina a ser só, um não ser nada.
Mais uma vez olhando o céu de poucas estrelas , até elas me deixaram, olhando pelo buraco de onde devo sair. Novamente a mesma caminhada, a mesma subida, novamente sozinho.
Me tranquei em mim, joguei a chave fora. Farei dessa dor a minha amiga, pra que ela me ensine, pra com ela me contentar. Escorrendo com minhas lágrimas vai minha esperança, não nasci pro amor. Preciso parar, respirar, olhar tudo a minha volta e encontrar um sentido pro meu viver que não seja o amar, amar talvez a alegria, o ajudar, amar os sorrisos que a vida me deu o dom de retirar de rostos tristes. Amar meus amigos, amar meu trabalho, amar meus familiares, não amar... e amar de novo.
Está machucando muito, está doendo muito.
Não por alguém, não por ninguém, dói por mim, dói pela culpa de construir sonhos impossíveis. Um dia aprendo, que nunca aprendo, um dia cessa.
"Não há tristeza que dure pra sempre, nem felicidade que nunca se acabe."
terça-feira, 26 de março de 2013
Meu credo
A minha fé não aumenta, não altera, nem sequer cabe dentro de uma igreja! Minha religião é a pratica do bem e a minha igreja é minha mente. O juízo final é minha consciência, é o deitar a cabeça no travesseiro ao final do dia. Acredito na força do perdão, acredito no amor, acredito na caridade e assim acredito que estou no caminho certo. Creio em Deus por fazer parte dele, por sentir em cada abrir de olhos ao amanhecer e em tudo que vejo, Deus está aqui, Deus está em mim, tão certo quanto ar que respiro, é o ar que respiro... Sou eu, é você, é tudo, é isso.
segunda-feira, 11 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
Grito de Guerreiro
Que nasci guerreiro, pronto pra enfrentar o mundo de cabeça erguida, pronto pra chamar quem for pra briga, disso sempre tive certeza. Moleque briguento, gênio forte, sempre encarando de frente e com um sorriso no rosto como quem debocha do perigo. Mas nem tudo são flores pro menino brigão! Agora, homem feito se vê abalado, amedrontado e por tão pouco de tão pequeno, tão pequeno e tão perigoso! Perigo de tirar desse rosto seu riso, de tirar do teu olho o brilho...
Mas nada é por acaso, talvez é só mais um dos obstáculos, contratempos, tentáculos desse estranho chamado destino e que disso sairá mais forte, guerreiro do mundo!
Peço forças pra lutar, peço paz para resistir, peço fôlego para suportar os dias que virão.
E se algum dia o fôlego acabar, saibam que lutei até o fim... dei tudo de mim. Enfrentei cada dia e cada batalha com esse sorriso debochado no rosto e feliz por saber que parte importante de minha missão eu cumpri. Amei, fui amado, despertei amores, rejeitei outros, fui rejeitado, mas ele sempre esteve ali, constante em minha vida. Sou guerreiro, e guerreiro não chora!
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!
Fernando Pessoa
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Agonia...
E esse vazio que nada preenche?
Essa saudade que nem se sabe de quem sente?
Essa saudade que nem se sabe de quem sente?
Essa vontade de sei lá o que, sem saber porque...
Que não passa... que não passa...
Uma dor de não saber o que dói, porque dói.
Que remédio nenhum cura, pois o que se procura nada nesse mundo poderá me dar!
Algo que me destrói, me corrói por dentro dissipando às nuvens meu pensamento.
Veneno lento que me mata aos poucos...
Loucos devaneios loucos anseios loucos.
Me tire daqui e me leve para seu mundo, me envolva em seus braços e me faça esquecer por um segundo desse sofrer sem saber porque!
De mim nada mais a esperar, pois estou a vagar nesse labirinto eu sem saída, pois deixei a porta trancada pelo lado de fora pra de mim estar a salvo.
Me tire daqui e me leve para seu mundo, me envolva em seus braços e me faça esquecer por um segundo desse sofrer sem saber porque!
De mim nada mais a esperar, pois estou a vagar nesse labirinto eu sem saída, pois deixei a porta trancada pelo lado de fora pra de mim estar a salvo.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Penas, pena...
A duras penas, penei, sofri e como sofri!
Penas que juntei, deitei, chorei, dormi.
Ah como sofri! Sofri até que passou.
A pena agora sinto, olhando pra ti.
Daqui, de longe, de onde você é o que é, não o que conheci.
Pena pelo que senti, pelo que não cabia a ti.
Te olhando daqui, como quem olha a criança brincar,
brincar de sentir, de amar, envolver em seu pesar.
Brinca, cansa, chora, deixa e segue sem olhar o que deixou quebrado, mimado, envolto em pelúcia pra nunca se machucar, aquém de que quem machuca é você.
Amor deveria ser dor para quem não sente e fala, daquelas físicas para que seu sentido fosse respeitado, pra que não fosse prometido envolto em lençóis e não cumprido e tornar aqueles versos da música inverdades: "O pra sempre sempre acaba!".
Mas ele acaba, acaba muito cedo, acaba bem tarde, acaba.
De ti guardei a pena, penas, que juntei para voar pra longe, longe de você.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Novidades...
De repente você...
Por momentos pensei olhar no espelho, parecido, talvez distorcido pelos olhos de quem não compreende mas sem dúvidas encantador. Sorriso fácil, beijo fácil, fácil alegria que me ganha fácil fácil.
Me perco contando cada sarda, cada riso, cada encontro e desencontro e a certeza de que logo logo nos topamos por ai, por aqui na minha cama, dentro desse chapéu de chapeleiro maluco!
No que vai dar nem sei, e pra que saber? No jogo do só sei que nada sei, saber é arriscado!
Vou indo, você vem vindo, isso basta!
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