Que me absorva, me engula, volte-me aos poucos
Aos berros, aos socos... Já que deu-me pouco e exige muito!
Então, que me faça de novo! Por tão pouco fui feito, não é mesmo?
Se fui mal feito!? Perfeito!! Tudo que vocês nunca foram, bem mais.
Te incomodo demais por ser calado demais, inquieto demais dentro de ti.
O que tem em mim que perdeu-se em ti?
Sou tão sorriso, tão bobo, moreno, sereno, leve livre e solto!!
Eu balanço ao vento enquanto tu ergue a mão.
Eu me viro se te espanta, não ligo não.
Então sigo, assim eu vivo, sou bem assim.
Não chores por mim, já que me amas me deseje sorte!
Das boas, rumo ao norte, rumo ao nada e sem nada pois tenho tudo em mim.
(Escrevi esse trecho inspirado em um filho, sua mãe e a não aceitação. Em uma madrugada de um dia qualquer de Janeiro, ficou no meu celular até hoje)
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